Comentários

(9)
Joel de Oliveira
Joel de Oliveira
Comentário · há 5 anos
Eu acho interessante um ministro que tem o dever de julgar, ficar aeticamente dando declarações que poderão ou não ser comprovadas; poderão ou não chegar às suas mãos para julgamento, estar babando regras e aleivosias como se fosse cabo eleitoral ou alguém que nada tem a ver com a Maior Corte de Justiça do País. Se a pessoas investida de membro de comissão e sindicância tem o dever do silêncio e discrição sobre o caso, como entender um magistrado agir dessa forma, justamente quando se questiona tanto dos seus atos e condutas (vide declaração do ex-ministro Joaquim Barbosa sobre ele no plenário do STF) e se deseja melhorar a imagem do judiciário. Não precisamos de ministros que falem demais. Precisamos de ministros que ajam com correção e bem distante dos holofotes porque o parlamento e o executivo são poderes bem distintos do judiciário.
Dá tristeza vê-lo falando de ética e de corrupção como elemento novo na política nacional. Aliás o STF é instância constitucional o que difere da criminal e cível.
A quem recorrer se não estou falando do cidadão mas da autoridade e isenção de um ministro do STF?
Não só a política que está precisando de postura. O judiciário, por alguns ministros também.
Por último concordo com o Alberto Nascimento que precisamos fazer, também, uma varredura no judiciário e em muitos "habeas corpus" por aí. Ou não?
Vamos pensar nas privatizações, reeleição, teles, Proer, Dantas & Dantas. O caso é que muitos deitam falação contra o PT para criarem um pano de fundo sobre as próprias mazelas e serem esquecidos. Superdimensionam o caso mais recente e protegem os seus deitando falação contra o PT. Isso é estratégia tipo "a melhor defesa é o ataque. E contam com o plim-plim e com o tirador de gordura veja. Isto é e sempre foi assim de forma globalizada.
Joel de Oliveira
Brasília/DF
Cidadão
Joel de Oliveira
Joel de Oliveira
Comentário · há 5 anos
É muito natural que nos dias atuais, pessoas não atingidas pelo preconceito ou racismo se posicionem contra toda e qualquer medida pública que venha colocar (ou tentar colocar) um ponto final nessa questão brasileira. Quando o Meritíssimo Juiz escreve que cada vez que se conquista algo se deseja mais é o mesmo que estabelecer que esse mesmo juiz não o devesse ser por contentar-se em ser apenas e tão somente advogado. Já estava bom demais!... Mas o que ele fez? Avançou buscando melhores dias e condições profissionais e sociais e, portanto, mais salário e o consequente empoderamento. Se ele olhar em torno dele, no tribunal, verá a grande diferença daqueles que chegaram à magistratura, em termos de cor de pelé. Tudo isso por causa da mácula escravagista que ainda pesa sobre nós, os negros, de que somos inferiores. Isso também é verificado no comércio, no serviço público, nos tribunais e em outro qualquer ambiente em que esteja presente o homem e sua imperfeição moral que lhe impõe a discriminação como forma de manutenção do espaço próprio. As cotas são medidas coercitivas - porquanto inclusivas - para dar moralidade aos imorais que ao longo de tantos anos pós-abolição ainda mantém o estigma cínico da desqualificação do negro e da inferioridade postada na cabeça dos beneficiários, ainda que indiretamente, dos prejuízos e covardia da escravidão que enriqueceu muitas famílias que não declinaram do enriquecer pelo sacrifício alheio.
O Meritíssimo Juiz deve ter conhecimento da clientela que julga e o número de negros "confundidos" com bandidos; deve conhecer também os bancos universitários eminentemente ricos e brancos e, ainda, a violência contra os bolsistas/cotistas nesses espaços públicos e, teoricamente, de direito universal onde pontifica, infelizmente, o poder do dinheiro que propicia os caríssimos pré-vestibulares para que concorram com os pobres estudantes de escolas públicas a cada vez mais deteriorada por interesses, quem sabe? escusos dos fazedores da política pública de ensino. Não há, no entanto, qualquer discussão em torno das "cotas econômicas" que causam diferenças gritantes nas universidades. Essas mesmas diferenças formam profissionais que, habilitados concorrem a concursos em "igualdade de condições" com os negros banidos do processo social, educacional e produtivo pelas razões conhecidas. É fácil questionar de dentro do gabinete refrigerado, a oportunidade pública dos concursos públicos qualificando de excesso de que prejudica quando de modo próprio o indivíduo insiste em não ver esse estado de coisa e quando vê, se percebe impotente e incapaz de algo fazer, abanando a cabeça desejando dizer que isso é problema do Estado. como problema do Estado, é natural que deixemos o Estado agir com sua percepção aguda do problema e não travarmos o combate para que tudo continue como está. Não é difícil verificar que as cotas não são excludentes! Mas não custa colocar um pouco de incompreensão e dificuldade para que nada seja melhorado ou se promova avanço porque a manutenção da desigualdade se mantém em um nicho de debates políticos e pseudo-sociais, por parte daquele que nunca se importaram com o caos do povo negro neste nosso País.
Que venham as cotas para os concursos para o povo negro e também as cotas sociais. Porque não podem conviver?!...
Joel de Oliveira (Negrodefinição)
Brasília/DF
"Não me importo com os conceitos e/ou preconceitos. Sou negrodefinição de Deus!..."
O resto é questão de juízo.
Novo no Jusbrasil?
Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres

ANÚNCIO PATROCINADO

Outros perfis como Joel

Carregando

Joel de Oliveira

Entrar em contato